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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

O QUE É ANEMIA?


 

Tecnicamente falando, a anemia não é uma doença, mas uma síndrome. O termo anemia aplica-se a um conjunto de sinais e sintomas que não têm uma causa nem tratamento únicos.

 


Entende-se por anemia a diminuição da hemoglobina circulante - uma proteína presente nas hemácias ou glóbulos vermelhos do sangue, cuja função é transportar o oxigênio dos pulmões para as células do organismo. Comumente, as anemias são diagnosticadas por uma diminuição das hemácias circulantes.

Quais são as causas e os tipos de anemias?

Todas as situações capazes de ocasionar a diminuição da hemoglobina circulante podem ser consideradas causas da anemia. Esta diminuição pode ocorrer em virtude de qualquer condição que comprometa a produção ou que aumente a destruição ou perda de glóbulos vermelhos.


A anemia pode ser aguda (consequente a uma grande hemorragia, por exemplo) ou crônica (devido a uma perda contínua e de pequeno volume de sangue).


Dentre as causas pode-se encontrar:


A anemia por deficiência de ferro - a mais comum em todo o mundo - que ocorre devido à carência de ferro ou à má orientação nutricional. Crianças, mulheres grávidas e em fase de amamentação, adolescentes e mulheres adultas em fase de reprodução são as mais afetadas por esta anemia, embora homens e pessoas idosas também possam ser afetados.


  • Anemias por causas genéticas.

  • Anemias por defeitos na hemoglobina.

  • Anemias por defeitos na membrana do eritrócito.

  • Anemias por defeitos enzimáticos.

  • Anemias por doenças crônicas.

  • Anemias por causas nutricionais (deficiência de vitamina B12 ou de ácido fólico, por exemplo)

  • Anemias devido a hemorragias agudas (hemorragia
    digestiva alta
    , acidentes graves, etc.)

  • Anemias devido a hemorragias crônicas (perda de sangue nas fezes devido a tumores no sistema digestivo, parasitoses intestinais que levam à perda crônica de sangue, etc.).


Quais são os sinais e os sintomas das anemias?


Alguns pacientes com anemias severas não apresentam sintomas, enquanto outros com quadros menos intensos podem tê-los em profusão. Os sintomas muitas vezes são vagos e mal definidos.

A clínica varia com o grau da anemia o tempo de instalação, a idade do paciente e a doença que a causou. Geralmente observa-se fadiga, fraqueza, indisposição, moleza, cansaço fácil, palidez, queda de cabelo, unhas fracas, esclerótica azulada, pele seca, dificuldade de concentração, sonolência, memória fraca, vertigens, tonturas, desmaios, palpitações, taquicardia, claudicação, inchaço nos membros inferiores, dispneia, inapetência, etc.

Os sinais mais frequentes são palidez da pele ou mucosas, circulação hipercinética, sopro sistólico (sopro no coração), úlceras de perna, etc.


Como o médico faz o diagnóstico da anemia?


Geralmente pensa-se que um paciente está com anemia quando há uma diminuição dos glóbulos vermelhos do sangue, o que pode ser constatado por meio de um hematócrito baixo. Somente o médico (pediatra, clínico geral, hematologista) pode determinar se há e qual é a causa da sua anemia, analisando seu caso em particular.


Além dos sinais e sintomas clínicos, o hemograma é um exame essencial. Existem outros testes laboratoriais, tais como a dosagem da ferritina e do ferro séricos, eletroforese da hemoglobina, teste da resistência globular osmótica, teste de Coombs, dentre outros.


Exames mais específicos podem ser utilizados para determinar o tipo de anemia, revelando não só a contagem de hemácias, mas também o seu tamanho, forma e a taxa de hemoglobina em cada uma delas.


Qual é o tratamento das anemias?


O tratamento das anemias envolve, fundamentalmente, o tratamento das enfermidades que as causaram, mas em condições especiais pode demandar outras providências, como reeducação alimentar e reposição de sangue, por exemplo.


 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

COMO DIAGNOSTICAR O PARKINSON

ESTOU DOENTE?

Conheça métodos para diagnosticar o Parkinson

O Parkinon é uma doença causada pela degeneração das células que produzem uma substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas ao corpo.

A falta ou a diminuição desse hormônio afeta os movimentos do paciente, provocando os sintomas da doença .

A grande maioria das pessoas tem os primeiros sinais geralmente a partis dos 50 anos de idade.

Assim, quando os sintomas começam o diagnósticos da doença é feito através de exames.

" A doença de Parkinson tem ainda diagnósticos fundamentalmente clínico, ou seja, realizado a partir de uma avaliação neurológica (anamnese e exame físico ).Exames complementares servem para diferenciar a eventual presença de outras doenças que estejam causando os sintomas Parkisnsonianos", ou seja , os médicos também recomendam diferentes exames para terem certeza de que o paciente não possui nenhuma outra doença no cérebro.

EXAMES CLÍNICOS

As vezes é preciso tempo para diagnosticar a doença de Parkinson .

Os médicos podem recomendar consultas de acompanhamento regulares com neurologista especialistas em distúrbios do movimento para avaliar a condição do paciente e os sintomas ao longo do tempo para avaliar a condição do paciente e os sintomas ao longo do tempo para só ai, poderem diagnosticar a doença. "Parkinsonismo é uma síndrome caracterizada por uma lentificação dos movimentos , uma rigidez peculiar, um tremor de repouso e instabilidade postural.

E o diagnóstico se fundamenta na presença de 2 dentre 4 destes sinais".

Nesse período de acompanhamentos , os especialistas podem pedir exames clínicos para ajudá-los no diagnósticos." Exames de imagem estrutural como a ressonância magnética e exames funcionais podem auxiliar no esclarecimento diagnósticos ,pois estão disponíveis no Brasil".


OPÇÕES ALTERNATIVAS


Com o avanço das pesquisas na área médica, os chamados exames pré-clínicos do Parkinson são cada vez mais alvos de estudos. Por enquanto, tais exames estão sendo feitos apenas em campo experimental, ou seja, ainda não podem ser considerados efetivos para diagnósticos.
Conheça alguns deles:


PELA VOZ


Uma combinação de dois exames que avaliam padrões de tremor vocal, pode ajudar a diagnosticar com maior precisão a doença de Parkinson . O novo método é feito através do estudo dos distúrbios da voz e fala e de um exame para visualizar as cordas vocais.
Após o exame, quase 80% dos pacientes com Parkinson apresentaram algum tipo de tremor na laringe ,sendo cerca de 65% nas cordas vocais.

Segundo pesquisas" por depender das ação coordenada de músculos , a voz também se altera na doença de Parkinson, com menor volume e diminuição da variação natural da entonação ".

Ou seja, assim como os sintomas mais comuns da doença, a voz também sofre alterações.


TESTE OLFATIVO


Além de permitir sentir perfumes e odores , o olfato também pode ajudar no diagnóstico precoce de algumas doenças neurodegenerativas , como o Parkinson .


Aplicando um teste simples para a identificação de cheiros, os pesquisadores constataram que 80% dos pacientes com o Parkinson, participantes do experimento , apresentaram dificuldades em reconhecer odores.
No artigo, os pesquisadores indicam o teste do olfato com uma possível estratégia,simples e de baixo custo, para o diagnóstico precoce da doença.

" Algumas manifestações ditas não motoras podem preceder a doença, dentre elas alterações olfativas, por exemplo , o que poderia permitir, a partir de uma bateria de testagem olfativa normalizada, uma seleção de pacientes em risco de desenvolver a doença".


QUAIS SÃO OS EXAMES?


Ressonância Magnética: ajuda a avaliar malformações cerebrais e outras alterações no cérebro ou nas veias. O paciente é colocado dento de um máquina e deve ficar sem se mexer para que a imagem não tenha interferências .O exame também pode ser feito com contraste e, nesse caso, o médico deve indicar qual a preparação necessária.

Tomografia Computadorizada: ela serve para diagnosticar , monitorar, detectar e identificar doenças. é a um exame de raio X que gera imagens de ossos, órgãos ou outras partes do corpo que depois são processadas elo computador.

Tomografia por Emissão de Pósitrons( PET): é parecido com a tomografia computadorizada , porém é mais detalhado e ajuda a encontra tumores minúsculos e a diagnosticar doenças do coração e neurológicas.


Cintilografia Cerebral: é um exame que permite avaliar a função cerebral através do fluxo do fluxo sanguíneo no cérebro. Ela é feita por meio de uma injeção na veia com uma substância radioativa que form imagens colorida do cérebro.

Laboratório: os exames que podem ser perdidos são hemograma, de sódio, de potássio, ureia, creatina. cálcio iônico, fósforo , magnésio, VHS,PCR e sorologia para sífilis.Em casos selecionados sorologia para HIV pode ser considerado também.