domingo, 9 de outubro de 2016

HIPORTEMIA

                                 

                             Hipotermia

Hipotermia é caracterizada pela queda da temperatura normal do organismo, que é 37ºC, para valores abaixo de 35ºC. Essa sensação faz com que o indivíduo entre em processo de tremor devido às contrações dos vasos sanguíneos, que tentam diminuir a perda de calor pelo corpo, mantendo assim o organismo a uma temperatura normal.

                            Classificação

Hipotermia Aguda: É caracterizada pela perda de temperatura corporal, de forma brusca e rápida, devido à exposição intensa ao frio. Essa queda corporal de forma agressiva é causada pela incapacidade do organismo de suprir e manter a energia interna, devido ao fato de ter sido esfriado também. É muito comum em casos de exposição à Neve, Tempestades, etc.
Hipotermia Subaguda: É caracterizada pela perda de temperatura corporal, gradualmente, em períodos mais longos até o desgaste total das reservas do organismo para suprir o calor interno.
Hipotermia Crônica: A mais comum em centros urbanos, principalmente em estações como o Inverno, onde o índice de resfriados e enfermidades acontece com maior freqüência. A Hipotermia Crônica é causada por consequências de alguma patologia.

                          Sintomas

Os sintomas mais comuns de hipotermia são tremores, esfriamento das mãos e pés, dormência nos membros, pouca energia, dificuldade em respirar, pulsação lenta, inchaço na face, perda de controle da bexiga. Em estágios mais avançados a hipotermia causa perda de memória, perda de controle dos membros superiores e inferiores, perda dos sentidos, perda da pulsação e pupilas dilatadas.

                           Causas

A hipotermia é causada devido a uma exposição intensa ao frio, em vários aspectos, como:
  • Em ambientes frios, quando não há um aquecimento corporal que é fornecido pelas roupas, protegendo todos os membros, inclusive a cabeça.
  • Exposição a chuvas e ventos frios. O contato da água com brisas geladas fazem com que a temperatura corporal abaixe.
  • Pessoas que sofreram acidente, que tomam certos tipos de medicamentos, estão susceptíveis a terem hipotermia.
  • Bebês mantidos em ambientes frios também estão aptos a terem hipotermia, se não houver um aquecimento correto de todo seu corpo.

                         Tratamento

Ao detectar um quadro de hipotermia são necessários alguns procedimentos para restabelecer a temperatura corporal, como:
  • Massagens vigorosas no corpo
  • Ingestão de bebidas quentes
  • Se a vítima estiver com roupas úmidas, retire-as imediatamente, pois a água da roupa retira calor do corpo
  • Deitar encostado à vítima, uma vez que a transmissão de calor vinda de outro corpo ajuda a aquecer e melhorar de forma rápida a temperatura corporal da vítima.
  • Jamais dê bebidas alcoólicas, pois elas dão uma sensação instantânea de aquecimento, porém, reduzem a temperatura do corpo.
  • Em casos mais graves, serviços médicos devem ser acionados, para adotar procedimentos mais específicos como infusão de soros aquecidos, aquecimento do tecido sanguíneo através da circulação extracorpórea entre outros procedimentos.

                         Prevenção


                    Para evitar a hipotermia alguns cuidados devem ser mantidos, como:
  • Ao se expor em ambientes frios, utilize vestimentas adequadas. Proteger a cabeça é fundamental, uma vez que até 20% do calor corporal é perdido através dela.
  • Caso estiver molhado devido a chuvas ou outras situações, troque de roupas imediatamente, uma vez que a roupa molhada diminui sua capacidade de manter a temperatura interna.
  • Realizar movimentos corporais, exercícios, para ajudar o sangue circular corretamente, diminuindo sua contração.
  • Com um avanço cada vez maior na proporção de idosos na população mundial e, por que não, na população brasileira devemos estar atentos às particularidades a que esta crescente fatia da sociedade esta sujeita. Assim, há também particularidades a serem consideradas em relação às variações de temperatura ambiental dentro do contexto desta população, visando a prevenção de desfechos desfavoráveis.
  • Primeiramente, faz-se necessário ressaltar algumas alterações próprias do envelhecimento. O idoso reage diferente do jovem quando colocado numa situação de variação da temperatura ambiental.
    O envelhecimento está associado a uma menor taxa metabólica e a uma disfunção da regulação da temperatura corpórea. Isso é proporcionalmente relacionado à fragilidade daquele idoso e a sua quantidade de massa magra (musculatura). Com uma água corporal total menor do que a do jovem, o idoso também encontra-se sujeito a sofrer mais facilmente uma variação na temperatura corpórea.
    Ocorre que, devido a uma disfunção autonômica, a vasoconstrição reacional ao frio está prejudicada no idoso e portanto, há uma menor habilidade em se reter calor. Além disso, uma vez sob a situação de hipotermia (temperatura corpórea inferior a 35º C), os tremores que um idoso apresenta são menos intensos, limitando por sua vez a capacidade de gerar calor. Ocorre também, uma redução da sensibilidade térmica da pele, necessitando de um estimulo mais intenso (uma temperatura mais fria) ou mais prolongado e isso fará com que se inicie uma resposta mais tardia a um estímulo de frio.
    Em suma, o que ocorre para se chegar a uma condição de hipotermia, é uma somatória da perda excessiva de calor (por fatores ambientais) mais a proteção inadequada ao frio, não somente a física como cobertores e aquecedores, mas a intrínseca, relacionada à própria fragilidade do idoso.
    A apresentação pode variar desde tremores, pele pálida e taquicardia, quando numa hipotermia leve (35 a32º C) a até uma perda de consciência e arritmias em casos de uma hipotermia grave (temperatura abaixo de 28º C).
    Somam-se aos fatores de risco inerentes ao envelhecimento, as condições gerais daquele individuo, podendo torná-lo mais ou menos susceptível a um evento desfavorável. Assim, além da supracitada perda muscular, doenças comuns em indivíduos mais idosos como as alterações cognitivas (doença de Alzheimer por exemplo), limitações físicas por qualquer causa, doenças que afetem a sensibilidade como o diabetes e as deficiências vitamínicas, o abuso de substâncias (com destaque para o álcool) e o uso de medicamentos, colocam o paciente sob um risco maior de problemas relacionados ao frio.
    A prevenção é sempre a melhor forma de atuação e nesse sentido, o simples reconhecimento de um risco já é um grande avanço. De uma forma geral, a atividade física voltada para o fortalecimento muscular, exerce um grande fator protetor sobre os idosos, uma vez que proporciona um aumento da taxa metabólica, com maior capacidade de produção de calor, além de se tratar de um tecido que apresenta mais água do que o tecido gorduroso, sendo este ultimo mais abundante proporcionalmente nos idosos.
    Para os idosos frágeis (dependentes), os que irão apresentar diversos fatores de risco para desfechos desfavoráveis, e também para os que vivem sozinhos, recomenda-se também uma atenção redobrada. Deve-se encorajar esses idosos e seus cuidadores a, além de estarem bem acompanhados e monitorados (com bons cuidados de saúde e uma relação próxima com seu médico), utilizar fontes externas de calor, se antecipando a sensação de frio que pode ocorrer de forma tardia.
    Como estamos falando de uma população que é extremamente vulnerável, até as fontes externas de calor devem ser utilizadas com bastante critério. O uso de roupas para frio, o uso de aquecedores, o uso de lareiras e o uso de banhos quentes também deve ser motivo de atenção. Como foi falado, a sensibilidade ao calor também encontra-se reduzida pelo próprio envelhecimento e pelas doenças que o paciente pode apresentar. Assim, não é incomum a ocorrência de queimaduras por exposição a fontes externas de calor e, para os usuários de oxigênio domiciliar, até a ocorrência de incêndios relacionados ao uso do fogo (em lareiras).
    Apesar de as mortes acidentais relacionados a hipotermia serem estatisticamente incomuns, a população idosa é afetada de maneira desproporcional. Vale lembrar também que com o aumento na proporção dos idosos na população geral, a quantidade de pessoas sob risco aumenta sensivelmente e ainda ressalta-se que estamos falando de fatalidades absolutamente evitáveis.
  •  Paralelamente, estes indivíduos com maior musculatura são também mais funcionais e aptos a se autogerirem acarretando num fator indireto de proteção contra a fragilidade e desfechos desfavoráveis como os decorrentes das variações de temperatura.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Suco Detox Abacaxi.

SUCO DETOX ABACAXI.
Vai um suco que ajuda a eliminar as toxinas ?
Receita de suco detox
Ingredientes
• 1 xícara (chá) de abacaxi em cubos
• 1 cenoura
• 1 xícara (chá) de talos de erva doce
• 1 suco de limão e raspas da casca
Modo de fazer
Bata em uma centrífuga ou em um liquidificador todos os ingredientes com um pouco de água filtrada ou água de coco. Para deixar o suco mais cremoso, utilize a medida de meio copo. Evite usar açúcar e adoçantes.
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quarta-feira, 16 de março de 2016

Detox/ Água de coco, couve, maçã e gengibre .

                                 Suco de Água de Coco com Gengibre.

Além da ação desintoxicante, essa receita potencializa o trabalho do fígado. A água de coco hidrata e a semente de chia é rica em Ômega 3, uma substância anti-inflamatória. A maçã é uma fruta riquíssima em vitaminas e também em fibras que auxiliam na saciedade e ajudam o emagrecimento. O gengibre acelera o metabolismo facilita o processo de perda de peso.


Ingredientes
• ½ limão espremido;
• 2 folhas de couve;
• 1 colher de sopa de semente de chia;
• 100 ml de água de coco;
• 1 pitada de gengibre em pó;
• 1 maçã vermelha;
• ½ pepino.

                 Modo de preparo:
   Bata todos os ingredientes no liquidificador e servir. Não use açúcar nem adoçante.
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Shake desintoxicante

SHAKE DESINTOXICANTE
INGREDIENTES
1 Copo ( 250 ml ) de leite de soja
6 Framboesas congeladas
1 Colher de sopa de linhaça
2 Cubos de gelo
Modo de preparo: no liquidificador bata o leite de soja, as framboesas, as semente de linhaça e os cubos de gelo.
Beba sem coar.
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Detox suco gengibre e laranja

ENERGIA + DESINTOXICANTE ; Esse Suco além de desintoxicante, também lhe fornecerá mais energia!
Suco de Laranja com Gengibre
         Essa receita, além de desintoxicante, também tem ação energética, ou seja, além de limpar seu organismo ela te ajudará a ter mais energia no decorrer do dia!
Ingredientes:
• 1 maçã;
• Suco de limão (sem casca);
• 2 laranjas;
• 1 pedaço de gengibre;
• 4 cenouras.
Modo de preparo:
         Bata todos os ingredientes no liquidificador com meio copo de água de coco ou água filtrada, para deixar mais cremoso. Não use açúcar nem adoçante.

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Anemia falciforme

ANEMIA FALCIFORME
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A anemia falciforme é uma doença genética e hereditária, predominante em negros, mas que pode manifestar-se também nos brancos. Ela se caracteriza por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem a forma arredondada e elástica, adquirem o aspecto de uma foice (daí o nome falciforme) e endurecem, o que dificulta a passagem do sangue pelos vasos de pequeno calibre e a oxigenação dos tecidos.
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As hemácias falciformes contêm um tipo de hemoglobina, a hemoglobina S, que se cristaliza na falta de oxigênio, formando trombos que bloqueiam o fluxo de sangue, porque não têm a maleabilidade da hemácia normal.
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Causas

A anemia falciforme é causada por mutação genética, responsável pela deformidade dos glóbulos vermelhos. Para ser portador da doença, é preciso que o gene alterado seja transmitido pelo pai e pela mãe. Se for transmitido apenas por um dos pais, o filho terá o traço falciforme, que poderá passar para seus descendentes, mas não a doença manifesta.
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Sintomas
São sintomas da anemia falciforme:
* Dor forte provocada pelo bloqueio do fluxo sangüíneo e pela falta de oxigenação nos tecidos;

* Dores articulares;

* Fadiga intensa;

* Palidez e icterícia;

* Atraso no crescimento;

* Feridas nas pernas;

* Tendência a infecções;

* Cálculos biliares;

* Problemas neurológicos, cardiovasculares, pulmonares e renais;

* Priapismo.
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Diagnóstico

A eletroforese de hemoglobina é o exame laboratorial específico para o diagnóstico da anemia falciforme, mas a presença da hemoglobina S pode ser detectada pelo teste do pezinho quando a criança nasce.
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Tratamento

Não há tratamento específico para a anemia falciforme, uma doença para a qual ainda não se conhece a cura. Os portadores precisam de acompanhamento médico constante (quanto mais cedo começar, melhor o prognóstico) para manter a oxigenação adequada nos tecidos e a hidratação, prevenir infecções e controlar as crises de dor.
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Recomendações

* Exija que o teste do pezinho seja feito em seu filho/a logo depois do nascimento. Se for constatado que é portador de anemia falciforme, encaminhe-o logo para um médico especialista;

* Procure imediatamente assistência se a pessoa com anemia falciforme tiver uma crise de dor. Embora às vezes ela possa ser tratada em casa com analgésicos, repouso e ingestão de muito líquido, só o médico poderá avaliar a necessidade de internação hospitalar;

* Entenda a febre do portador de anemia falciforme como um sinal de alerta e não faça uso de medicamentos sem orientação médica que acompanha o caso;

* Leve imediatamente para o hospital mais próximo, a criança com anemia falciforme que ficou pálida de repente;http://evangelistamacielmartins.blogspot.com.br

terça-feira, 15 de março de 2016

Gelatina

http://evangelistamacielmartins.blogspot.com.br Os Benefícios da Gelatina incluem sua capacidade de melhorar a aparecia da pele, cabelo e unhas , reduzir a inflamação das articulações, tonificar o corpo e a pele, melhorar a digestão, estimular o crescimento muscular, fortalecer os vasos sanguíneos e as redes intracelulares, otimizar o metabolismo, desintoxica o corpo, fortalecer os ossos, estimular o sistema imunológico, ajudar a regular o peso, eliminar os distúrbios do sono, e ajudar a acelerar a cicatrização de feridas.
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Benefícios-da-gelatinaInformação Nutricional da Gelatina: Em termos da composição nutricional da gelatina, que é uma boa fonte de várias vitaminas, minerais e compostos orgânicos, incluindo o Cobre, Selênio, Fósforo e, além de ser uma excelente fonte de proteínas. Além disso, a Gelatina é de 98-99% de proteína, mas que não contém todos os aminoácidos necessários para o ser humano, o que significa que não é uma fonte de proteína completa. No entanto, ainda é uma importante fonte de muitas proteínas para o nosso corpo.
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Gelatina Ajuda no Controle do Peso: Alguns estudos têm mostrado que a Gelatina é um elemento importante que aumenta a produção de HGH (hormônio do crescimento humano), ao mesmo tempo, estimula o metabolismo através de seus ácidos de nutrientes e aminoácidos. Além disso, a fibra e a proteína ajuda a fazer você se sentir completo, o que elimina os seus desejos pelas comidas e reduz os excessos. Isso o torna um alimento útil para quem está tentando controlar seu peso naturalmente. Leia Também: Como emagrecer de uma forma rápida e saudável, sem sofrimento e sem Suar em academias…
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Benefícios da Gelatina Para Cicatrização: As proteínas são uma parte essencial da cicatrização de feridas, a Gelatina contém um aminoácido específico chamado glicina, que está diretamente ligado à redução da inflamação. Isto significa que uma ferida pode passar da fase de inflamação para a etapa de cura muito mais rápidas, e os aminoácidos adicionais e as proteínas ajudam a desenvolver uma nova pele no tecido da cicatriz.
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Benefícios da Gelatina Para Unhas, Cabelos e Dentes: As pessoas estão sempre tentando encontrar novas maneiras de cuidar de seus cabelos, pele, unhas e dentes, A queratina, uma das proteínas encontradas na Gelatina, é encontrado em quantidades elevadas nas partes do seu corpo, e ajuda a mantê-los fortes. Portanto, o consumo de Gelatina é uma maneira simples e eficaz de garantir a manutenção desses elementos superficiais do seu corpo em uma boa forma!
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Benefícios da Gelatina Para Saúde Óssea e Articular: As proteínas encontradas na Gelatina, bem como o Selênio, Fósforo e Cobre encontrada em quantidades significativas, pode ajudar a manter os ossos fortes e aumentar a densidade mineral óssea em seu corpo. Este pode ser um importante mecanismo de defesa contra a osteoporose, enquanto que alguns outros aminoácidos encontrados na Gelatina são conhecidos por reduzir a inflamação, o que significa que as condições como a artrite pode também ser ajudado com o consumo da Gelatina. Além disso, a Gelatina pode contribuir para o desenvolvimento da cartilagem, o que reforça as articulações e ossos e estende a sua longevidade.
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Benefícios da Gelatina Para o Sistema Imune: Prolina, um outro aminoácido encontrado em quantidades significativas na Gelatina, tem sido relacionada com a melhora da função imunológica em animais, o que significa que podemos melhorar a nossa saúde e capacidade geral de combater infecções e doenças através do consumo de Gelatina em nossa dieta diária.
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Benefícios da Gelatina Para o Sono: Estudos têm ligado a glicina na melhoria dos ciclos de sono e uma estimulação de certos neurotransmissores e enzimas que aumentam a qualidade e duração do sono. Além disso, Ciclos do sono e descanso para o corpo também é importante para o funcionamento geral e no metabolismo do corpo, que afeta a saúde de muitas maneiras.
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Benefícios da Gelatina Para Pele: A Gelatina é basicamente em colágeno, que é um dos elementos mais importantes da nossa pele para manter a elasticidade e a tensão entre as células dérmicas. Ao aumentar a quantidade de colágeno através do consumo da Gelatina, podemos manter a nossa pele firme e mais jovens.
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GelatinaGelatina Ajuda na Regulação Metabólica: Como mencionado anteriormente, a Gelatina é uma maravilhosa fonte de aminoácidos e é quase uma fonte de proteína completa. Isto significa que todas as atividades metabólicas do corpo são melhoradas pela ingestão da Gelatina, incluindo a criação de novas células, e a eliminação de células doentes ou saudáveis, aumento dos músculos, o uso e a absorção de nutrientes apropriado, e um número de outras funções essenciais em nosso corpo.
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Benefícios da Gelatina Para Saúde Digestiva: A Gelatina liga naturalmente à água, engrossando até nas fezes, da mesma maneira que a fibra faz. Portanto, a Gelatina é capaz de reduzir a condições como a obstipação, estimula os sucos digestivos, e aumenta o movimento peristáltico nos músculos lisos intestinais. Isso pode ajudar a melhorar a diversos problemas de saúde, uma vez que a constipação e a incapacidade de absorver adequadamente os nutrientes podem ser um grande problema para a nossa saúde.
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Chocolate

http://evangelistamacielmartins.blogspot.com.br CHOCOLATE EM EXCESSO PODE CAUSAR INCHAÇO, NÁUSEA, ACNES, DOR DE CABEÇA E ENXAQUECA
Apesar de altamente calórico, e por isso não muito recomendado, o chocolate é um alimento que tem propriedades nutricionais, especialmente os meio-amargos ou amargos que contém mais cacau. O cacau é uma das maiores fontes de polifenóis da alimentação – antioxidantes que desempenham um papel importante na prevenção da oxidação do LDL (o colesterol “ruim”) e na inibição de processos inflamatórios no organismo, impedindo assim o acúmulo de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos e reduzindo o risco de doenças cardiovasculares, como aterosclerose e hipertensão. Mas quando consumido em excesso, pode provocar inchaço, náusea, acnes e dores de cabeça. Se você não soube se controlar e está sofrendo os efeitos indesejados, o Enxaqueca Não traz quatro dicas para  você sobreviver à ressaca de chocolate.
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Dor de cabeça – O chocolate é bem conhecido por causar dor de cabeça. Alimentos açucarados como ele, podem causar o aumento dos níveis de açúcar no sangue, provocando uma crise de enxaqueca dolorosa. Chocolate também contém cafeína, que em si pode ser um gatilho da enxaqueca. Na hora de passar na farmácia, procure remédios que tenham princípios ativos que tratam a causa da enxaqueca, em vez de apenas os sintomas. Sempre lembrando que o ideal é tomar medicamentos somente com orientação médica, certo?
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Sensação de inchaço – Chocolate pode causar tanto acúmulo de gases como inchaço, principalmente quando consumido em excesso. Isso acontece quando os gases não quebram completamente o alimento. Ele se acumula no estômago e intestinos, criando a barriga distendida e desconfortável. A boa notícia é que a tolerância ao chocolate varia de pessoa para pessoa – assim você pode ser um dos sortudos que podem comer montanhas do alimento sem desenvolver nenhum sintoma. Se você não tiver tanta sorte, tente algum digestivo natural.
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Fique doce, não doente – O gosto doce de chocolate pode rapidamente azedar quando você come demais. Náusea é o resultado mais comum. Isso pode acontecer com a ingestão de qualquer alimento, mas é mais comum em alimentos ricos em açúcar. Se você não consegue se controlar, tente comer gengibre para combater o mal estar.
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Redondo como uma bola – Uma barra de chocolate pode ter mais de 500 calorias. Se você está se sentindo um pouco arredondado depois de um fim de semana de gula, experimente a manga africana. Ela vai suprimir o apetite e evitar que você coma mais chocolate, além de ajudar com a perda de peso e melhorar os níveis de açúcar no sangue.
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Coceira em excesso – Os alimentos ricos em aminas vasoativas podem desencadear erupções cutâneas, por isso, infelizmente para os amantes de chocolate, sua compulsão pode deixá-lo com a pele vermelha e irritada. Abuse da água termal para tratar a coceira.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Infertilidade


O que é Infertilidade?



O primeiro conceito que devemos ter é que a fertilidade do ser humano é relativamente baixa. Um casal apresenta uma chance de engravidar de cerca de 20% ao mês.


  Assim, é comum haver algum tempo entre o início das tentativas de engravidar e a gestação, o que levanta a primeira questão: quando um casal deve pensar em infertilidade?

 

No processo de fecundação natural, há as seguintes etapas: ovulação, captação do óvulo pela tuba, fertilização deste pelo espermatozoide e, por fim, implantação do embrião formado no útero.

Define-se infertilidade conjugal como a ausência de gravidez após 12 meses de relações sexuais regulares sem uso de método anticoncepcional.


Este limite de tempo é importante pois, após 1 ano sem conseguir engravidar, o casal deve procurar assistência médica para uma avaliação adequada.

 

Obviamente, existem situações nas quais este tempo deve ser menor. Por exemplo, quando a mulher tem 35 anos ou mais deve procurar ajuda após 6 meses de tentativa.


Outros exemplos são naqueles casais onde há uma suspeita de alteração inicial, como presença de menstruações irregulares, Síndrome dos Ovários Policísticos, endometriose, infecção pélvica prévia, gestação ectópica anterior, laqueadura tubária ou vasectomia.


 

A infertilidade não é um problema raro e atinge cerca de que 15% dos casais.

 

Causas



A etapas do processo reprodutivo precisam estar em perfeito funcionamento para ocorrer a gravidez. As principais fases são a ovulação, a captação do óvulo pela tuba, a fertilização deste pelo espermatozoide e, por fim, a implantação do embrião formado no útero.

 

Portanto, as principais causas de infertilidade são:

 

Fatores femininos



Problemas na ovulação (fator ovulatório)

Alterações tubárias (fator tubário)

Alterações no útero (fator uterino)

Endometriose.

 

Fatores masculinos


Problemas na formação, no transporte ou na ejaculação dos espermatozoides.


 

Ressalta-se que 10% dos casais não apresentam uma causa clara para explicar a infertilidade, mesmo após investigação completa (infertilidade sem causa aparente).

 

Por outro lado, cerca de 20% dos casais apresentará problemas tanto na mulher como no homem, o que explica a importância de sempre investigar ambos. A seguir, iremos detalhar cada um destes fatores.


 

SAIBA MAIS

 

Infertilidade aflige mulheres que buscam a maternidade

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Tabagismo pode causar infertilidade em mulheres e homens

Fatores femininos.


A ovulação é o processo no qual o óvulo, armazenado dentro dos ovários, é liberado mensalmente. Mulheres que ovulam normalmente apresentam menstruações regulares, muitas vezes precedidas de sintomas pré-menstruais (conhecidos como tensão pré-menstrual ou TPM). Por outro lado, aquelas que não ovulam adequadamente, apresentam menstruações irregulares, associadas, em alguns casos, ao aumento de pelos e acne. Esta última situação é tipicamente encontrada em mulheres com a Síndrome dos Ovários Policísticos (falta de ovulação e ovários com múltiplos micro cistos).


 Outras doenças também podem estar envolvidas, como tumores produtores de prolactina, hipotireoidismo, tumores produtores de androgênios e deficiências enzimáticas raras.


Ilustração do sistema reprodutor feminino.


 

Além disso, a redução da quantidade e da qualidade dos óvulos também é uma causa importante de dificuldade de engravidar.


Este processo está diretamente relacionado a idade, pois os óvulos, ao contrário dos espermatozoides, não se multiplicam e se esgotam. 


Nos dias atuais, quando a gravidez é cada vez mais postergada, este problema é extremamente importante.


 

Após a ovulação, o este é captado pela tuba uterina. É na tuba que ocorre a fertilização, ou seja, o encontro do espermatozoide com o óvulo. O embrião é formado e transportado até o útero.


Esta etapa depende do perfeito funcionamento das tubas, órgãos extremamente delicados.

 

As alterações tubárias podem ser evidentes, como na obstrução bilateral, ou mais sutis, como nas aderências e nas distorções. Estas alterações são secundárias a processos inflamatórios/infecciosos ou a endometriose.


 

No útero, ocorrerá a implantação do embrião. Os problemas mais comuns que podem afetar esta etapa são a presença de miomas, pólipos, malformações uterinas e aderências (ou sinéquias uterinas).

 

São causas menos comuns de infertilidade.


Por fim, a endometriose é uma doença cada vez mais relevante, pois sua frequência vem aumentando nas últimas décadas. É caracterizada pela presença de endométrio fora do útero. O endométrio é o revestimento interno do útero e local onde ocorre a implantação do embrião. 


 Quando não há gravidez, o endométrio descama-se, ocorrendo a menstruação. O problema ocorre quando o endométrio se desenvolve em outros locais.


 

 Os órgãos onde mais encontramos estes implantes são os ovários, as tubas e o peritônio (revestimento interno do abdome), mas também podem atingir o intestino, o ureter e a bexiga. Os dois sintomas principais da endometriose são dor e infertilidade. A dor geralmente ocorre na menstruação e/ou na relação sexual.


Fatores masculinos

 

A função do sistema reprodutor masculino é produzir e transportar os espermatozoides. Alterações deste sistema podem reduzir a quantidade, a movimentação, a forma e a capacidade de fertilização dos espermatozoides.


As principais causas que encontramos para explicar estes problemas são: varicocele, processos infecciosos, exposição a toxinas, fatores genéticos, alterações hormonais e obstrução dos ductos de transporte. Além disso, boa parte dos homens com alteração no sêmen não tem qualquer motivo identificável que a explique.


Ilustração do sistema reprodutor masculino.



A varicocele é a presença de varizes nas veias do escroto. Muitos homens têm algum grau de varicocele, mas quando este grau é importante (veias visíveis no exame clínico), resulta em aumento da temperatura e acúmulo de substâncias tóxicas nesta região, prejudicando a produção de espermatozoides. Outros sintomas são a sensação de peso e dor na região.


 

As infecções levam a um processo inflamatório, que pode prejudicar a produção de espermatozoides e/ou aumentar o estresse oxidativo a qual estão submetidos.

Diversas toxinas podem levar ao comprometimento temporário ou definitivo da produção de espermatozoides. As principais são medicamentos usados em quimioterapia, radiação, calor ou hormônios exógenos.

 

Alterações genéticas também pode explicar a insuficiência testicular, sendo necessário pesquisá-las quando há uma redução considerável no número de espermatozoides. Por fim, a principal causa de obstrução dos ductos transportadores é a vasectomia, ou ligadura os ductos deferentes para anticoncepção.

 

Fatores de risco



Baseada nos principais fatores da infertilidade, a medicina estabeleceu quatro cuidados principais:


 

Idade: não deixar para engravidar tarde.


Doenças sexualmente transmissíveis: prevenir e tratar rapidamente.


 

Peso: evitar baixo peso ou obesidade.


Tabagismo: para de fumar, pois o cigarro reduz a fertilidade.

 

Perguntas frequentes.


 

 O que é infertilidade?


Define-se infertilidade conjugal como a ausência de gravidez após 12 meses de relações sexuais regulares sem uso de método anticoncepcional.

 

É importante ressaltar que a infertilidade não é igual a impossibilidade, mas a dificuldade para engravidar, que pode ser de diversos graus.


Quantas mulheres sofrem com o problema atualmente?


 

A infertilidade não é um problema raro. Muito pelo contrário, atinge cerca de que 15% dos casais.


A infertilidade é um problema exclusivamente feminino?


 

Não, é um problema do casal. Os dados são claros: em 30% dos casais, o problema é encontrado no homem e, em 20%, o problema está tanto no homem quanto na mulher. Assim, podemos dizer que em 50% dos casais inférteis, o homem está envolvido na causa da infertilidade.


SAIBA MAIS


 

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Infertilidade masculina: O que fazer?



O que causa a infertilidade na mulher?



As principais causas de infertilidade feminina são disfunções na ovulação (fator ovulatório), alterações nas tubas (fator tubário) e no útero (fator uterino). Outra causa importante de infertilidade é a endometriose, doença cada vez mais frequente em nosso meio.

 


 Há fatores que aumentam os riscos de infertilidade feminina?



Sem dúvida. O fato de deixar para engravidar mais tarde, a obesidade ou o baixo peso, a exposição a doenças sexualmente transmissíveis e o tabagismo são exemplos claros de situações que aumentam o risco de infertilidade e que devem ser evitados.



Outra situação que vemos na prática clínica é quando a mulher é submetida a quimioterapia ou radioterapia no tratamento do câncer. Neste caso, dependendo do esquema utilizado, há perda dos óvulos e alto risco de infertilidade.



SAIBA MAIS



Conheça os hábitos que comprometem a fertilidade da mulher.


Como a idade interfere na fertilidade da mulher?



A idade é a variável isolada mais importante na fertilidade da mulher. O grande problema é que os óvulos, ao contrário dos espermatozoides, não se multiplicam.

 

 A reserva de óvulos da mulher se estabelece antes dela nascer, enquanto está na barriga de sua mãe, e só reduz desde então! O problema é que, além da perda na quantidade, há também perda na qualidade dos óvulos, o que leva a uma menor chance de engravidar e a uma maior chance de abortamento.

 


Sabemos que, de maneira geral, há uma maior chance de gravidez antes dos 35 anos e que esta chance se reduz com a idade, com queda importante após os 37 anos. No entanto, isto pode variar bastante de mulher para mulher.



A ansiedade de engravidar pode atrapalhar este processo? De que forma?



A ansiedade pode atrapalhar, principalmente por trazer sofrimento ao casal. No entanto, não pode ser supervalorizada: grande parte das mulheres que querem engravidar apresentam algum grau de ansiedade e apenas uma pequena parte terá problemas.



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Após quantas tentativas de engravidar a mulher deve buscar orientação médica?



Após 1 ano sem conseguir engravidar, o casal deve procurar assistência médica para uma avaliação adequada. Este período deve ser menor, de 6 meses, quando a mulher tem 35 anos ou mais.

 

 Outros exemplos são naqueles casais onde há uma suspeita de alteração inicial, como presença de menstruações irregulares, Síndrome dos Ovários Policísticos, endometriose, infecção pélvica prévia, gestação ectópica anterior, laqueadura tubária ou vasectomia.



Que tipo de procedimentos os médicos usam para diagnosticar a infertilidade na mulher?



Os procedimentos que fazemos para encontrar uma causa específica de infertilidade incluem a avaliação da ovulação (história menstrual e dosagens de hormônios), o estudo das tubas (histerossalpingografia) e avaliação do útero (ultrassonografia transvaginal). A endometriose é diagnosticada através de exame de sangue (CA-125) e de exames de imagem (ultrassonografia transvaginal especializada e ressonância magnética).



Problemas de fertilidade são hereditários entre as mulheres

 

 

A grande maioria dos problemas não são hereditários, mas existem exceções.



Em relação a mulher, existem famílias com Síndrome dos Ovários Policísticos, miomas, endometriose e perda precoce dos óvulos (falência ovariana prematura).



Já os homens podem ter alterações genéticas que levam a redução da qualidade do sêmen. Outra situação rara, mas importante, é quando há ausência dos ductos deferentes bilaterais (ductos que transportam os espermatozoides do testículo para o ducto ejaculatório). Este problema está relacionado a mutação do gene da fibrose cística, doença grave que deve ser avaliada.



Quais são os principais meios, usados atualmente, para tratar a infertilidade na mulher?



Atualmente, existem diversos tratamentos para infertilidade. Podem ser divididos em procedimentos cirúrgicos ou tratamentos de reprodução humana (relação sexual programada, inseminação intrauterina e FIV).



É possível tratar a infertilidade com o uso de medicamentos? Quais são os principais?

 


Sim. Em mulheres que tem Síndrome dos Ovários Policísticos (disfunção na ovulação), a indução da ovulação é feita com medicações. Neste caso, a primeira escolha é o nitrato de clomifeno, medicação de uso oral, prática e com custo baixo.



O que são técnicas de reprodução humana?




As técnicas de reprodução humana incluem: a relação sexual programada (coito programado), a inseminação intrauterina e a FIV. Este tratamentos estão dispostos em graus de complexidade (menos complexos para mais complexos) e indicados para diferentes problemas do casal.



Quais são os riscos de cada uma delas?



O principal risco relacionado a todas as técnicas de reprodução humana é a gestação múltipla. Como todos estes tratamentos envolvem a indução da ovulação, aumentamos a chance de múltiplos óvulos e, consequentemente, múltiplos embriões. Assim, o médico deve ter cautela quando realizá-los. Outro problema importante é a Síndrome de Hiper estimulação Ovariana, quando há uma resposta exagerada às medicações usadas na indução da ovulação.

 


A geração de bebês múltiplos ainda é um fator comum para este tipo de gestação?

  


Sim. Os tratamentos de reprodução humana aumentam a chance de gestações múltiplas (gemelares, trigemelares, etc.), por induzirem a produção de um número maior de óvulos e embriões. No entanto, muito se tem feito para amenizar este risco. Além disso, é sempre bom ressaltar que a chance de gestação múltipla é menor do que a chance de gestação única.

 


Bebês gerados a partir de técnicas de reprodução assistida tendem a nascer prematuros?



A prematuridade está relacionada a gestações múltiplas (gemelares, trigemelares, etc.). Assim, uma gravidez única após fertilização in vitro não tem risco aumentado de prematuridade. Mas uma gestação múltipla, tanto pós-fertilização quanto espontânea, tem risco aumentado.



As técnicas de reprodução assistida são eficientes? Que fatores prejudicam o sucesso deste tipo de tratamento?



Houve uma grande melhora dos resultados das técnicas de reprodução humana. A FIV, por exemplo, apresenta uma chance de sucesso de 40%, em média. Apesar de não parecer excelente, ela representa o dobro da chance de um casal sem problemas engravidar. No entanto, muito precisa ser feito para conseguirmos resultados ainda melhores.

 


Os dois principais fatores que prejudicam o sucesso do tratamento andam lado a lado: a idade da mulher e a quantidade e qualidade dos óvulos. Mulheres com mais de 40 anos de idade, por exemplo, apresentam uma chance consideravelmente menor do que as com menos de Outros fatores importantes são: baixa quantidade e qualidade dos espermatozoides, presença de endometriose grave e associação de múltiplas causas de infertilidade.

 

O que causa a infertilidade no homem?



As principais causas que encontramos no homem são: varicocele, processos infecciosos, exposição a toxinas, fatores genéticos, alterações hormonais e obstrução dos ductos de transporte. No entanto, boa parte dos homens com alteração no sêmen não tem qualquer motivo identificável que a explique.

 


Existe alguma relação ente fertilidade e potência sexual?

 


Na imensa maioria dos homens, não. A produção dos espermatozoides (fertilidade) e da testosterona (potência sexual) é feita por células diferentes no testículo. Assim, o que ocorre com mais frequência é a alteração no sêmen com nível de testosterona normal.

 


É possível ter boas relações sexuais e não engravidar uma mulher?

 


Com certeza. Engravidar é apenas uma parte do que se expressa na relação sexual. Além disso, existem diversos motivos que explicam a infertilidade, sendo que a imensa minoria destes envolvem a perda da potência sexual do homem ou da mulher.

 


Há fatores que aumentam os riscos de infertilidade masculina?

 


Sim, principalmente relacionados à exposição a substâncias tóxicas. Dentre os exemplos mais comuns temos os medicamentos usados em quimioterapia, a radiação ionizante, o calor ou os hormônios exógenos. Além disso, infecções que levam a inflamação dos testículos (orqui-epididimite) também podem estar envolvidos.

 


Como a idade interfere na fertilidade do homem?



A idade interfere na fertilidade do homem, mas de maneira muito menos importante do que na mulher. Há trabalhos que mostram uma redução na concentração e na motilidade dos espermatozoides, outros um aumento de problemas genéticos com a idade. No entanto, as evidências demonstram pouca ou nenhuma influência na capacidade de gerar uma gravidez.



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Seis hábitos que prejudicam a fertilidade masculina?

 


Que tipo de procedimentos os médicos usam para diagnosticar a infertilidade no homem?

 


O principal exame no homem é o espermograma. Deve ser feito após abstinência sexual de 2 a 5 dias e, idealmente, repetido com intervalo de 15 a 30 dias (dois espermogramas). Este exame avalia o volume do sêmen, o número, a concentração, a movimentação (motilidade) e a forma (morfologia) dos espermatozoides e a presença de inflamação.



Apresenta boa correlação com gravidez e sempre deve ser realizado!



Diagnóstico de Infertilidade

 

Apesar de parecer complicada, a investigação do casal deve ser objetiva e direcionada às principais causas que levam a infertilidade. Além disso, vale ressaltar: a investigação é sempre do casal, nunca apenas da mulher ou do homem.

 


Na mulher, os testes básicos que fazemos incluem, a avaliação da ovulação (história menstrual e dosagens de hormônios), o estudo das tubas (histerossalpingografia) e avaliação do útero (ultrassonografia transvaginal).

 

O diagnóstico de endometriose, quando há suspeita, envolve exames de sangue e de imagem (ultrassonografia com preparo intestinal).

 


Apenas quando necessário, podemos lançar mão de testes mais avançados como a ressonância magnética, a laparoscopia, a histeroscopia e a avaliação genética.

 


No homem, avaliamos a produção de espermatozoides através da análise do sêmen (espermograma).

 

O espermograma avalia o volume do sêmen, o número, a concentração, a movimentação (motilidade) e a forma (morfologia) dos espermatozoides e a presença de inflamação.

 


Quando indicado, solicitamos outros exames como dosagens hormonais, ultrassonografia da região pélvica, biópsia testicular e estudos genéticos do homem, dentre outros.

 


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Espermograma ajuda a revelar dados do sêmen

Quando é necessário pedir ajuda médica?



Exame de imagem ajuda a identificar o problema

 

Tratamento de Infertilidade

Orientações gerais

 


Antes de pensar em qualquer tratamento de reprodução humana, existem orientações fundamentais a qualquer casal que queira engravidar. Inicialmente, é necessário realizar exames ante natais, como sorologias para HIV, hepatite B e C, sífilis e rubéola. Além disso, no intuito de reduzir o risco de algumas malformações, está universalmente indicada a suplementação com ácido fólico para mulher. Em relação a fertilidade, devemos orientar o casal a manter um peso adequado, hábitos saudáveis de vida e, em caso de tabagismo, tentar parar.

 


Após a investigação da causa da infertilidade, inicia-se, quando indicado, o tratamento adequado. Este pode ser feito através de cirurgias ou de procedimentos clínicos. A nomenclatura dos procedimentos que usamos no tratamento do casal infértil varia de acordo com cada serviço ou Sociedade Médica. Para fins didáticos, consideramos que as técnicas de reprodução humana incluem: a relação sexual programada (coito programado), a inseminação intrauterina e a FIV. Em muitas situações, há mais de uma opção de tratamento. Nestes casos, dentre os fatores que determinam a escolha temos: idade da mulher, tempo de infertilidade, fatores associados e desejo do casal.

 


Tratamento Cirúrgico




O tratamento cirúrgico está indicado em algumas causas de infertilidade. São exemplos os miomas, os pólipos ou as malformações uterinas, as alterações tubárias corrigíveis e a endometriose. Atualmente, dá-se preferência aos procedimentos minimamente invasivos, como a laparoscopia e a histeroscopia.



Em relação ao homem, pode-se considerar tratar cirurgicamente a varicocele ou realizar a reversão da vasectomia. Além disso, quando não há espermatozoides no sêmen ejaculado (azoospermia), podem ser necessários procedimentos cirúrgicos para a coleta dos espermatozoides do testículo (punção do testículo ou microdissecção do testículo) ou do epidídimo.

 


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Estresse pode atrapalhar o tratamento da infertilidade.

Psicólogo facilita tratamento para engravidar

 

Relação sexual programada (Coito programado)

 


A relação sexual programada é indicada para a mulher que tem problemas na ovulação. É o tratamento mais simples em reprodução humana. A primeira etapa é a indução da ovulação, que é feita com medicações tomadas por via oral ou aplicadas por injeções subcutâneas. Neste período, o crescimento dos folículos ovarianos (cada folículo contém um óvulo) é controlado por exames de ultrassom. Quando os folículos atingem um tamanho adequado, aplica-se uma última medicação, que deflagra a ovulação propriamente dita. As relações sexuais são programadas e o teste de gravidez é feito após 14 dias.



A chance de gravidez com este tratamento é em torno de 15% por ciclo (ou tentativa). Apesar de parecer limitado, devemos lembrar que é um tratamento simples e que praticamente iguala a chance de engravidar a um casal infértil a de um casal fértil.



Inseminação intrauterina



A inseminação intrauterina é indicada para o casal em que o homem tem uma alteração leve a moderada do sêmen. Também pode ser usada em casos em que não se encontra o fator da infertilidade (infertilidade sem causa aparente) ou quando há alterações leves. É um tratamento intermediário em reprodução humana. A indução da ovulação é feita de maneira semelhante a relação sexual programada. No entanto, em vez da relação sexual propriamente dita, faz-se a injeção do sêmen processado dentro do útero da mulher, utilizando-se um cateter delicado. O processamento seminal tem como objetivo separar os espermatozoides com boa motilidade. O teste de gravidez é feito após 14 dias.



A chance de gravidez com este tratamento é em torno de 15 a 20% por ciclo (ou tentativa). Novamente, é semelhante a chance por ciclo de um casal sem alterações.

 

 

Ilustração de inseminação artificial.

Fertilização in vitro (FIV)

 


A FIV está indicada para inúmeros problemas sérios que levam a infertilidade, como alterações tubárias, endometriose, baixa qualidade dos óvulos e alteração importante do sêmen. É um tratamento de alta tecnologia em reprodução humana.



As etapas da FIV são: a indução da ovulação, a captação dos óvulos, a coleta dos espermatozoides, a fertilização no laboratório e a transferência dos embriões.



A indução da ovulação é realizada de maneira semelhante a relação sexual programada. No entanto, utilizamos preferencialmente medicações injetadas por via subcutânea e em doses maiores, para produzir um número maior de óvulos. Quando os folículos atingem um tamanho adequado, visto ultrassonograficamente, aplica-se a última medicação, que deflagra o amadurecimento dos óvulos. Em média, esta etapa dura em torno de 10 dias.



A captação dos óvulos é realizada 35 horas após a última medicação. É feita através da punção de cada folículo com uma agulha fina por via transvaginal. O procedimento é feito sob visão ultrassonográfica e anestesia. A coleta dos espermatozoides é realizada por masturbação, no mesmo dia da captação. Quando não há espermatozoides no sêmen ejaculado (azoospermia), podem ser necessários outros procedimentos para a obtenção dos espermatozoides (punção do testículo ou do epidídimo, por exemplo).



No laboratório, os óvulos captados são fertilizados pelos espermatozoides, formando os embriões. Atualmente, na maioria dos casos a fertilização é feita através da injeção do espermatozoide diretamente dentro do óvulo (ICSI).



Os embriões se desenvolvem no laboratório por 3 a 5 dias. Após este período, eles são transferidos para dentro do útero da mulher. Este procedimento é realizado com um cateter delicado e não há necessidade de anestesia. O teste de gravidez é feito após 9 a 11 dias.



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Há alguns riscos associados a este tratamento. O mais comum deles é a gestação múltipla, que está associada a índices mais elevados de abortamentos, prematuridade e recém-nascidos de baixo peso. A Síndrome de Hiperestimulação Ovariana é rara e decorre das medicações hormonais usadas na indução da ovulação. O evento característico é uma resposta exagerada às drogas indutoras, que pode levar a dor abdominal, edema e retenção de líquidos. Em casos extremos há necessidade de interromper o tratamento e, até mesmo, de cuidados hospitalares. Outras complicações são: sangramentos após a punção ovariana, infecção pós-punção e torção de ovário.



Este tratamento oferece uma chance de gravidez em torno de 40%.